segunda-feira, 25 de maio de 2020

Como incluir um aluno que desafia a escola: a importância do uso de recursos didáticos no processo de ensino-aprendizagem.

Levando-se em consideração ensino e aprendizagem para as pessoas com deficiências, o uso de recursos didáticos se torna imprescindível. Sejam quais forem às técnicas ou métodos utilizados, sempre irão auxiliar o aluno a realizar sua aprendizagem mais eficientemente para facilitar o processo ensino-aprendizagem. 

Dessa forma, essa publicação tem como finalidade apresentar um recurso a ser trabalhado, somando-se ao principio de inclusão entre alunos ditos normais e os alunos com deficiências. 

Por conseguinte, o educador pode se dispor de incontáveis recursos, nessa visão ampla de recursos, recomendo a estratégia das atividades lúdicas como recurso didático para os deficientes, pois, as atividades lúdicas possibilitam que seus aspectos sejam estimulados e desenvolvidos. Tendo em vista os aspectos observados, deixo uma das inúmeras sugestões de atividades: 

Criação de brinquedos com materiais recicláveis: A confecção de brinquedos estimula no aluno o desenvolvimento dos aspectos sociais, dentre eles a criatividade, autonomia e a socialização. Estas atividades quando realizadas em grupo, proporcionam respeito aos colegas e uso dos espaços. Ao criar atividades para alunos com deficiências, todo procedimento deve ser pensado; seus  níveis de estímulo e complexidade. Na sala de aula, fatores como a lateralidade, organização e noção espacial; devem ser trabalhadas em prol de alunos com deficiências psicomotoras por exemplo. Quando estes têm alguma dificuldade ou comprometimento, esta atividade não será restrita, contudo, de alguma forma o aluno terá a possibilidade de conseguir ou alcançar alguns dos benefícios sendo um deles o reconhecimento da importância de reciclar.

Abaixo indico um vídeo com dicas de brinquedos reciclados:

  https://www.youtube.com/watch?v=3BZJJrMr6I4

Referências:
Manzini, José. Santos, Maria. Recursos pedagógicos adaptados. portalmec.gov.br, 2002, p. 54. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/rec_adaptados.pdf  . Acesso em: 25 de maio de 2020.

                                       


quinta-feira, 21 de maio de 2020

Deficiência: uma característica da pessoa ou da sociedade?

                          
  
Já tiraram poucos minutos do seu dia para apreciar bons curtas-metragens? 
Se ainda não, recomendo que assistam o curta-metragem de animação da Espanha: Cuerdas (Cordas), que foi escrito e dirigido por Pedro Solís García em (2014). Sua classificação indicativa é livre. Nessa versão, o áudio está em português. 

O curta, narra a amizade entre Maria e Nícolas, seu novo colega de classe, que sofre de paralisia cerebral. A menina ao ver algumas das impossibilidades do amigo, não desiste e faz de tudo para que ele se divirta e consiga brincar. Ela recria os jogos e atividades, celebrando a vida do colega, aprende ao passo que ensina e emociona a todos, inclusive os espectadores. 

Conceituando deficiência: São perdas ou anormalidades de estruturas ou funções psicológicas, fisiológicas ou anatômicas, que podem ser de teor temporário ou permanente. Rodrigues Leite apresenta que os conceitos de deficiências em geral são baseados em crenças, com forte componente cultural que, passadas às gerações, são desprovidas de descrição e nem sempre estão sujeitos às definições. 

A definição, por sua vez, pretende descrever o fenômeno, estabelecendo relações entre as condições antecedentes (o que causa) e os desempenhos observados. Pessoas cujo conceito sobre a deficiência intelectual é pautado nas limitações, por exemplo, podem ter suas crenças baseadas em modelos de definições que descrevem a deficiência a partir do que a pessoa provavelmente não será capaz de fazer (RODRIGUES; LEITE, 2010).
                          
                        Para refletir...Aliás, qual é a sua deficiência?

Esse post foi desenvolvido pelas alunas: Júlia Ogrizio, Andréia Araújo, Geovana Santos, Gislaine Almeida, Laysa Marques e Paloma Vacis, estudantes do curso de pedagogia da Faculdade de Ribeirão Preto.

Referências:
Amiralian, Maria. et al. Revista de Saúde Pública: Conceituando deficiência, p. 93 a p.103. scielosp.org, 2003. Disponível em: https://www.scielosp.org/pdf/rsp/2000.v34n1/97-103/pt. Acesso em: 21 de maio de 2020.

terça-feira, 19 de maio de 2020

O professor e a educação inclusiva: um novo olhar no ambiente escolar.

Um professor não ter formação específica nessa ou naquela deficiência não quer dizer que seja incompetente. Porém, precisa estar preparado para lidar com as diferenças e a diversidades de todas as crianças e não somente com um modelo de pensamento comum a todas elas. Precisa ter em mente que será o mediador e irá dirigir as aprendizagens dos alunos através da didática, de modo que haja comunicações/interações, analisando sempre as reais necessidades e particularidades de cada um.

Aos leitores: Didática significa: A arte de ensinar, ou seja, uma arte universal de ensinar tudo a todos; de ensinar de modo fácil, sem que os docentes e discentes se molestem ou se cansem, mas ao contrário, tenham grande alegria; de ensinar de modo sólido, não superficialmente, de qualquer maneira.

Entretanto, ao falarmos de uma arte que possibilita ensinar tudo a todos, é importante ressaltar sobre a educação inclusiva, ela é uma educação voltada para a cidadania global, plena, livre de preconceitos e que reconhece e valoriza as diferenças.

Ao pensar, refletir e analisar as práticas sociais da convivência escolar e os processos educativos envolvidos, o educador precisa sempre estar disposto a desenvolver métodos que possibilitam a encontrar uma resposta; uma resposta que possuem inúmeras questões, às quais precisa se sobre sair a questão principal: a inclusão do aluno.

Referências: 

Walker, Daniel. Comenius: o criador da didática moderna. ebooksbrasil.org, 2002. Disponível em: http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/comeniusdw.html .Acesso em: 19 maio de 2020. 

Silva, Maria. Revista Lusófona, p.199 a p.134. scielo.mec, 2019. Disponível em:http://www.scielo.mec.pt/pdf/rle/n19/n19a08.pdf. Acesso em: 19 de maio de 2020. 

Pletsch, Márcia. A formação de professores para a educação inclusiva: legislação, diretrizes políticas e resultados de pesquisa, p.151. scielo.br, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/er/n33/10.pdf . Acesso em: 19 de maio de 2020.




Práticas avaliativas numa perspectiva inclusiva: avaliações pertinentes a serem desenvolvidas.

   Em aspectos avaliativos e inclusivos, vale fazer menção dos tipos de avaliações pertinentes a serem desenvolvidas no âmbito escolar. Visa...